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No ultimo Final de semana o Brasilidade discutiu o Teatro de Rua com arte Pública na Fundição Progresso

Postado em Alô Turma, Grupo Galpão - MG, Ta Na Rua, Teatro de Rua em 29 de novembro de 2010 por sagradocacete

Brasilidade

Mesa – redonda debate o teatro de rua e o uso de espaços públicos pela arte.

Representantes de grupos de teatro de rua reuniram-se, na tarde do último sábado (27), na Fundição Progresso, para conversar sobre a realidade e os desafios do teatro de rua no Brasil. O encontro integrava a programação de Brasilidade, série de atividades e eventos culturais que o Ministério da Cultura está promovendo desde o último dia 18 de novembro, e que terminará no dia 02 de dezembro, com a realização da Ordem do Mérito Cultural (OMC), que, nesta edição, homenageará Darcy Ribeiro.

Presentes à mesa, Chico Pelúcio, do Grupo Galpão, que atuou como  mediador do debate, Lindolfo Amaral, do Grupo Imbuaça, Amir Hadad, do grupo Tá na Rua, e Fabiano Barros, coordenador de cultura do Sesc Rondônia. Os debatedores destacaram a necessidade de se aprofundar a discussão sobre o que é arte pública e o que ela significa na democratização dos bens culturais.

O teatro de rua é uma arte pública e uma forma ancestral de teatro. É uma arte que nasce nas festas religiosas e nos encontros coletivos.  Não é um produto individual, mas um produto das relações coletivas que se estabelecem na comunidade. “Eu só sabia que o teatro que eu estava fazendo entre as quatro paredes estava me deixando insatisfeito. Eu sentia que havia alguma coisa além, no mundo do teatro, que eu não conhecia e que eu não conseguiria conhecer se eu continuasse trabalhando no espaço fechado. Eu estava insatisfeito e fui fazer teatro em espaços abertos”, revelou Amir Hadad.

 

Hoje ultimas apresentações trabalho da Disciplina Historia do Teatro Brasileiro um deles e Amir Haddad e o Grupo Ta Na Rua

Postado em Apresentação dos Trabalhos, Historia do Teatro Brasileiro, Ta Na Rua, Teatro de Rua em 1 de setembro de 2010 por sagradocacete

Amir Addad Grupo Ta Na Rua RJ

Texto estraido da Revista Cavalo Louco

Tribo de Atuiadores Ói Noís Aqui Traveiz POA

Só o teatro salva. O Teatro é a salvação. Não há nada mais mobilizador, transformador, rápido e esclarecedor, prazeroso, sensual, vivo e religioso. Não há nada mais inquietador, inquietante e gratificante do que o exercício do teatro e das possibilidades afetivas, amorosas, intelectuais e espirituais. A sua entrega em praça pública ao seu ofício. Se deixar entregue ao olhar e ao desejo do outro de ver o que é, de saber o porquê você está fazendo aquilo, ali. Essa é a salvação: o teatro salva. Eu costumo dizer mais: ‘só o teatro salva’. O Brecht dizia que só a verdade salva. E o teatro é a verdade.
Só o Teatro salva. Esse tempo todo da minha vida eu poderia ter tido um monte de doenças, se eu não tivesse escolhido um teatro que fosse vida. A minha saúde, a minha continuação é graças ao teatro. Conforme eu disse no início, eu nunca fiz outra coisa. Tudo o que eu sou, eu devo ao teatro; tudo eu aprendi com o teatro. Quanto menos eu queria ensinar, mais ele me ensinava. Fui abrindo espaço para que me penetrasse e eu pudesse penetrar por ele também. E fazer essa simbiose maravilhosa que é o ator e o exercício da sua função, que é coisa importante e bonita. Muitas vezes se quer ensinar tudo e não se deixa que o teatro ensine nada para gente. É preciso declarar a nossa ignorância para aprender com o próprio ofício.
Só o teatro salva. A possível arte do futuro. Com tudo desmoronado a única fênix, capaz de renascer das cinzas, será uma manifestação tipo teatral. Vamos ser nós, atores, saindo dos escombros desse mundo que está em ruínas. (E vai ruir, nenhuma sociedade durou. Por que essa vai durar?) Quando tudo estiver ruído e a poeira estiver levantada, vai estar lá um ator dizendo ‘as torres ruíram’. E mesmo que eu seja um e você seja o único sobrevivente, vou pra tua frente cantar e dançar a minha dor, para você ver, ficar feliz e construir um novo mundo.
Salve! Salve o teatro!

Apresentação Carol sobre a trajetoria do Grupo Ta Na Rua do Rio De Janeiro

André de Jesus

Uma Breve observação dessa passagem como estive em muitas do Amargo Santo este ano no projeto Caminhos para um teatro popular nos Bairro Populares nesse Cidade.

Apresentação do Grupo Ta na Rua em Porto Alegre no Festival de Teatro de Rua em plena glénio Peres foi muito louco nunca tinha visto a intervenção do Grupo, chegamos por fim por estávamos na Escola de teatro popular da Terreira da Tribo, mas ainda podemos presenciar ação, condução e a obsorção de todos que ali se colocavam para cena, atuarem, brincarem participarem livremente afins abrir este espaço no tempo, a proposta o Manifesto do grupo e transmitido como um sopro para quem for dos intelectuais aos traussentes, moradores de rua, entender não sei, sei que atingiu um toperdo, muito forte, sabe função direta e reta do Teatro, ali exposto em praça pública compartilhada em praça.Com todas as coisas ocorrendo ao mesmo tempo, teatro, vendedores, ambulantes, moradores de rua, passantes, curiosos, artistas que se expressaram da sua forma dentro na aquele contexto público do teatro que tem que ser mesmo PÚBLICO dizia Hamir Addad que se fala da amarguras da ditadura com leveza e até tom de brincadeira, ambulantes até encontrei um artista de bonecos da rua que viu o Amargo Santo da Purificação na Vila Jardim e se impressionou com a profundidade desse trabalho e o melhor de 2009 em Porto Alegre eleito pelos artistas do Povo da Rua, muito bacana.

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