Esta são fotos da Montagem que repercurtiu muito da Peça Homem de Papel da Interpretação FABULOSA de Maria Della Costa.
Vou Públicar aqui Três Critica para a peça e para autor e atores que estavam envolvidos nesse montagem, critica muito entereçante por que nos revelam bem o contexto da peça a sua argumentação, situam a questão social comprao ao paralelo vido na America Latina na questão da cervidão ao paises Imperalista do Norte.
Primeira Ficha Técnica


“Homens de Papel”
A peça narra a estória de um grupo humano, homens e mulheres, cujo trabalho é o de catar papel nas ruas da cidade, vitimas de um explorador que compra a mercadoria oferecida pelo preço que ele mesmo determina e que mais lhe convém. É, reconhecemos, mais uma peça sobre o abusado tema da exploração do homem pelo homem; só que Plínio é um autor intrinsecamente original e sua maneira de ver a vida e os acontecimentos renova completamente os velhos e oportunistas esquemas (fato que acontece em todas as suas peças – “Navalha”, “Dois Perdidos…”, “Vida de Cristo” etc). A realidade convencional dos temas sociais é, para Plínio, simples pretexto sobre o qual ele constrói seus personagens que, depois da tipicização inicial de reconhecimento, vivem de uma existência dramática imprevista e autônoma, numa liberdade absoluta de invenções que superam sempre as iniciais convenções temáticas. Nesta peça, a exploração é manifestada em sua forma mais baixa e repelente, é a exploração que um nojento criado do capitalismo, um agente subalterno e inescrupuloso, exerce sobre gente de tão ínfima condição social que nem pode manifestar seu legítimo protesto com medo de perder o benefício do miserável emprego. Contudo, também neste grupo de ralés alguém levanta a voz da dignidade e rapidamente todos chegam a compreender que sem o trabalho deles, sem o papel que eles regularmente entregam cada noite, o explorador estará, por força, obrigado a ceder aos pedidos de uma mais justa remuneração; decidem a greve. Mas no grupo, alguém não aceita a proposta; é uma mulher, nordestina, que chegou a São Paulo para tratar de sua filha gravemente enferma, uma menina vítima de constantes ataques epiléticos; inutilmente o marido se esforça para fazê-la compreender que a união de todos resultará em benefício também da menina; que é necessário passar até fome para defender o pão de amanhã; que a justiça é sempre uma difícil conquista. A mulher pensa só e exclusivamente em sua filha, e não aceita; fura a greve. Mas existe uma nemese social, hoje, como antigamente existia uma “moira”, um destino fatal, que governa as ações humanas: e a menina, violentada por um tarado do grupo, morre. Somente neste momento, ou seja, quando a miséria coletiva se transforma em desgraça particular, quando os males sociais fatalmente chegam a ser males determinados e particulares, a mulher aceita a greve e as suas conseqüências. O explorador pressente a ameaça, vê que a sua liderança está mortalmente ameaçada e politicamente oferece o dinheiro necessário para o enterro da criança. Todos então acreditam ter vencido a batalha, o homem cedeu uma vez, deverá ceder agora a todos os pedidos e a greve é agora levantamento e rebeldia de todos. O explorador não tem outro caminho, para afirmar a própria autoridade, que a luta aberta e sangrenta e, decidido, desafia o chefe dos rebeldes. A luta é de vida ou de morte; aquele que vencer será o novo líder. É, realisticamente, cruelmente, historicamente, vence o mais alimentado, o mais forte, o que mais armas tem a sua disposição. Os homens de papel são derrotados: outra solução não resta que apanhar os sacos vazios e voltar às ruas da cidade a catar a imundice e o lixo da própria condição humana.
A peça, como pode-se notar, é brutalmente social, de uma socialidade que tem precisas alusões políticas: é quase impossível não ver no paradigma desses homens de papel a triste parábola dos povos sul-americanos: bolivianos, argentinos, brasileiros, todos, todos, irremediavelmente homens de papel.
Crítica de ALBERTO D’AVERSA
Diário São Paulo 10/1967
André de Jesus
Minha opinião sobre o contexto da peça de Plinio Marcos:
Para mim está critica social que pega o enredo de um grupo que até hoje pensando também na época que foi escrita a peça tenha sido pior ainda são estrema mente marginalizados por toda a sociedade, . Mesmo com os avanços do Movimento Nacional Catadores de Material Reciclado. Ver um vídeo sobre a luta Carroças em POA.
Mas de fundo o que Plínio que discutir na minha compreensão são relações de poder que se na questão do trabalho junto mostrar os seus conflitos que são de varias ordens humanas, existências, políticos e principal de consciência sobre a exploração a forma de opressão INTERMEDIARIO DA MATERIA PRIMA O MATERIAL RECICLADO A FONTE DE RENDA. Numa leitura POLITICA os países economicamente desenvolvidos as potenciais Mundiais sobre os mais fracos que são oprimidos pelo aparato tecnológico e econômico.
A importância dessa peça para a historia da cultura que se faz analise hoje da realidade brasileira a pouco se fez uma matéria sobre a quantidade de dinheiro hoje no Brasil para se reciclar o lixo do pais está na mão de alguns político e empreiteira da grande capitais como São Paulo.
Hoje a organização dos oprimidos e bem diferente e vem avançando em passo muitíssimos lentos, nas periferias se vê muito está situação (Catadores que tem que se submeter ao intermediário para sobre viver e sustentar sua família) que Plinio no coloca e olho por olho dente por dente, mas não por falta de opção de grupos organizados, por falta de outra palavra bem importante Qual é?
CONSIÊNCIA DE CLASSE
Nos que moramos em uma pequena metrópole provinciana e se abrirmos um pouco mais os nossos olhos, vamos perceber a disputa que esta se dando pelo lixo dessa cidade, o que Plínio não sabia ou foi entender depois creio eu que está temática que ele nos levantou, hoje e uma forma de geração de fortunas para alguns amigos de Rei, e forma de geração de renda inimaginável para muitos se for bem gestada, pelos poderes público que tem o controlo, mas o que parece estão chegando na desfecho da peça vai vencer os mais forte os mais nutrido de dinheiro e lobby vai vencer o Capital X Social nesse disputa pela utilidade do nosso matéria prima de todos os dias.
Como ele vai nos revelando isso e de forma importante, revela este cotidiano com um propriedade, mas busca influencia importantes em Brecht por exemplo cai muito bem para que a dramaturgia dele tenha tanta aceitação, serve em dois prismas na leitura que se da a primeira impressão e a da leitura da peça a segunda e da montagem da peça imagina que rica seria fazer isso no meio do encontro Latino Americanos dos Movimento do Catadores, HOJE.
André de Jesus
Vídeos da Luta dos Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclado
POst. André

