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Caio Fernando Abreu, escritor, jornalista e dramaturgo, virginiano, regido por Mercúrio (o deus do falar as coisas tal como elas são, quer você queira ouvir ou não), nasceu em 12 de setembro de 1948, na cidade gaúcha de Santiago 15 anos após sua morte

Posted in Caio Fernando Abreu on 8 de março de 2011 by sagradocacete
Caio Fernando Abreu, escritor, jornalista e dramaturgo, virginiano, regido por Mercúrio (o deus do falar as coisas tal como elas são, quer você queira ouvir ou não), nasceu em 12 de setembro de 1948, na cidade gaúcha de Santiago e hoje, 15 anos após sua morte, homenageamos aquele que foi, mais do que tudo, um fotógrafo da fragmentação de sua época e, talvez, das seguintes. Sem perder a universalidade e a atemporalidade, desenvolveu temas como sexualidade, angústia, morte, medo e solidão, compondo a visão e a vivência dramáticas do mundo moderno.

 

Seu primeiro romance, Limite Branco, publicado em 1971, é o romance da juventude de Caio, que com fortes traços autobiográficos, trata de dúvidas, angústias, ambiguidade sexual e do medo de tornar-se adulto de um jovem dos anos 60.

Segundo a professora de graduação e pós-graduação do Instituto de Letras da UFRGS Márcia Ivana de Lima e Silva, “normalmente a obra de Caio F. é classificada como narrativa intimista, incluindo contos e romances. Na Literatura Brasileira, costuma-se filiá-la à prosa intimista, juntamente com Clarice Lispector, Lúcio Cardoso, Ligia Fagundes Telles, Nélida Piñon, para citar alguns escritores”.

Fragmento de manuscrito “Creme de Alface”

Caio F. frequentou o curso de Letras na UFRGS, onde foi colega de João Gilberto Noll. Em 1968, perseguido pelo DOPS, refugiu-se primeiramente na Casa do Sol, sítio situado em Campinas, de propriedade da amiga e escritora Hilda Hilst, exilando-se posteriormente, no início dos anos 70, em alguns países da Europa, tais como Espanha, Suécia e França.
Caio e Claire Cayron, tradutora francesa de sua obra.
Atualmente, no Instituto de Letras da UFRGS, são desenvolvidas pesquisas acerca de diversos aspectos de sua obra, tais como: Melancolia e crítica social em Morangos mofados; As crônicas de Caio como correspondência aos leitores; Astrologia na obra de Caio; Simbologia em Triângulo das Águas.
O impacto da obra do escritor gaúcho persiste e cresce ao longo dos anos, sendo possível observá-lo, ainda de acordo com a professora Márcia Ivana, em “alguns autores como Jane Tutikian e Cintia Moscovich, no desenvolvimento da narrativa intimista. Aos poucos, a obra de Caio vem ganhando relevância no cenário nacional, ao ser citado em antologias e histórias da literatura”.
Em 1994, o escritor descobriu-se portador do vírus HIV, que levaria dois anos mais tarde, há exatos 15 anos, aquele a quem Lígia
Fagundes Telles se referiu como o “escritor da paixão”.
Paixão, paixão sentimento, martírio, paixão ardente, paixão mágoa?
Qual teria sido a paixão de Caio?
O que você acha?
Deixe seu comentário.

Caio e a amiga Lygia Fagundes Telles

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Ultimo Trabalho Disciplina Historia do Teatro Brasileiro Paulo F.

Posted in Caio Fernando Abreu, Historia do Teatro Brasileiro on 3 de junho de 2010 by sagradocacete

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Formação de Atores da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo.]

Apresentação 25- 5 – 2010

Dramaturgia e afeto de Caio F.

Caio Fernando Abreu é autor de uma produção literária que tem o conto como gênero predominante, embora também tenha escrito peças de teatro e, sobretudo colaborado para/com o teatro brasileiro.

O autor também interagiu com seu tempo histórico e sua sociedade, discutindo temas e problemas que afetaram a vida social em tempos turbulentos e em períodos aparentemente democráticos.

Índice

  1. Análise crítica (O lado político nas profundezas de Caio) …….pág.:
  2. Biografia                                                                               pág.:

2.1   Bibliografia (toda a obra do autor)                                           pág.:

2.2   Vida particular

2.3   Vida profissional

2.4   Características pessoais

O lado político nas profundezas de Caio Fernando Abreu

Caio F. denuncia a violência de repressão sem demonstrar necessariamente uma ação irreconciliável entre os sujeitos.

A definição ativa e política do sujeito e das identidades não é estabelecido por um caminho único e privado de “riscos”.A crise do sujeito é realista e sem pessimismo.

Os personagens se movem como agentes individuais que enfrentam os poderes normativos, os poderes que buscam a obediência dos corpos.Caio, geralmente propõe espaços micro-social como lugar de percepção e vivência da realidade, no qual o personagem é considerado um agente simbólico de um discurso político revelador de subjetividades,a fragmentação do sujeito.

O autor recusa o uso de um binarismo(dois termos) excludente, a aceitação hetero x homo, por exemplo, na construção de seus personagens contribui para o reconhecimento da diferença e da diversidade, como pré-requisito da identidade pós-moderna, essencialmente pré-requisito da identidade pós-moderna, essencialmente plástica em sua natureza.Ele é capaz de gerar uma enorme identificação e empatia com seus personagens ao escrever.Assim, podemos afirmar ser traço marcante de Caio Fernando Abreu a não aceitação e sujeição a um jogo de oposições e pares binários que durante muito tempo serviram para definir a hegemônica do ocidente, a identidade do homem branco heterossexual.A experiência do encanto simples do ato de amor, em contraponto personagens que vigia e pune os  sentimentos, característica fixa na sociedade repressiva.

A condição humana para  Caio F. já estava completamente poluída fisicamente, por comerem alimentos contaminados, e com isso a emoção estava envenenada, o sangue de todos à mercê de todos os vírus.Ele sempre andou numa busca constante pela fé.Deus é a sincronia que Jung falava.O Deus são peças que se juntam inexplicavelmente.A referencia viva da presença de Deus era quando a criação trancava e por imediato ele abria o primeiro livro que avistasse e a porta da imaginação despencava.O inconsciente é Deus.O inconsciente sabe tudo.

Caio é o primeiro escritor no Brasil a tratar literalmente da temática da Aids.A novela “Pela Noite” do livro Triângulo das Águas, cujo a primeira publicação data de 1983, é vista como marco inaugural do assunto.O tema é o encontro dos personagens, Pérsio e Santiago, que resolvem experimentar uma longa jornada na noite gay paulista.Pérsio diz: “Tenho milhões de medos.Alguns até mais graves.Medo de ficar só, medo de não encontrar, medo da Aids.Medo de que tudo esteja no fim, de que não exista mais tempo para nada.E da grande peste”.

Vida/origem/influências/Autor e o seu tempo

Um biógrafo da emoção:

Caio Fernando Abreu, nasceu no final do inverno de 1948, na manha de 12 de setembro, em Santiago, próximo à Argentina.Sob o signo de Virgem e a influência de mercúrio.O instante e as fronteiras definiram comportamentos e marcaram sua escrita.É tempo de Governo Dutra, da redemocratização relativa, industrialização crescente, expansão do mercado consumidor, profissionalização de autores e editores.

Autor contemporâneo da geração que assiste ao golpe militar de abril de 1964, a repressão dos movimentos estudantis de 68, à cassação dos direitos políticos com o Al-5, à tortura, à direção autoritária da vida nacional, responsável por um novo surto industrial e modernizador voltado para a produção de bens altamente sofisticado, beneficiando setores minoritários da sociedade brasileira, excludente, portanto.

Com apenas seis anos de idade, Caio já produzia seus primeiros textos.Em 1964, ainda jovem muda-se para Porto Alegre, logo publica o conto “O príncipe Sapo” na revista Claudia, e  escreve o romance Limite Branco.Nessa época inicia-se uma produção literária de ebulição ideológica,resultante de um processo que inclui: o governo de JK(1956-1961), de concepção empresarial e desenvolvimentista; o governo de Jânio Quadros(1962), de equilíbrio precário entre uma política interna conservadora e uma política externa progressista de apoio a Cuba; o governo João Goulart(1962-1964), de retorno ao populismo nacionalista e reformista, que ameaça o próprio sistema capitalista brasileiro:o golpe militar de 64, que inaugura uma longa fase repressiva com os militares no poder,decreta Atos Institucionais, estabelece eleições indiretas para a presidência e os governos estaduais e anula com partidos políticos.E através de tudo isso vão se compondo uma escrita de oposição.Sendo ela um revelo particular, “sublinhando” as ramificações da realidade social na realidade interior das personagens.

Em 1967, inicia os cursos de Letras e o CAD(o curso de Arte Dramática da faculdade de filosofia da UFRGS).Não concluiu nenhuma.Avesso à rigidez de programas, prazos e currículos, preferia passar pelas coisas  como um vôo, num mergulho sem método,mas nem por isso menos alto e profundo.Esse modo/maneira de reagir as ordens da vida profissional e particular esta intimamente relacionada a antagonismos sociais.

Caio pertence àquele conjunto de autores denominados “urbanos”.É do segmento excluído,marginalizado na periferia dos favorecidos, que vai se ocupar parte da obra do autor.Ele mesmo acha que a característica “urbana” muito presente na escrita, deriva exatamente pelo choque que teve quando se deparou com a cidade-grande.O cidade grande sempre o escandalizou pela selvageria.

Análise de características e conceitos aplicados em seus textos teatrais

*Tinha muitos livros falando da vida política e combate a ditadura,mas tinha pouca gente falando mais sobre o aspecto comportamental, mais ético, das relações pessoais que estavam envolvidas nesse mundo que estavam lutando pela redemocratização, e o Caio pegou exatamente esse aspecto existencial do ser.

*Histórias e termos “vulgares”.

*Registros de outras culturas, como expressões da cultura Afro-brasileira.

*Linguagem coloquial, uso de gírias que marcaram uma certa geração, linguagem formal da maneira mais nobre.As vezes, cada linguagem representa um personagem, as vezes todas se misturam na língua de um-único

*O uso de diversidades de gêneros literários(poeticidade, metáforas, lirismo, prosa) entre diálogos, monólogos e narrações.

*Na produção do escritor também é constante o dialogo com obras, autores e manifestações artísticas.

*Referencia a textos literários, canções e filmes (colaboram para uma representação de um dado conteúdo social)

*Perspectiva  melancólica que transparece nas narrativas.

*Muito dos seus personagens são seres isolados do mundo, muito deles louco.Porém, a loucura é antes um meio de representar a oposição entre as tendências mais originais do individuo e as pressões sociais.

*Os personagens externam a necessidade de encontrar outra coisa, logo que intuem como um ponto remoto que não conseguem nomear.

*A realidade, ou pelo menos o que se convencionou denominar como sendo realidade, é evitada por muitos dos personagens, que insistem em viver de espécie de plano paralelo.

Exemplo: “A realidade é uma coisa que ela não agüenta mais”, diz Bruno em relação à mulher, Evelyn, que após a perda do filho, se encastelou em um mundo particular, em Reunião de Família.

*A nostalgia desponta como um traço imperante dos personagens, que negam a realidade diante da necessidade de recuperar o irrecuperável.

Exemplo: “Eu quero o que se perdeu.Eu quero aquilo que conheço, mesmo que não exista mais.Não quero esse lugar para onde você vai, e que nem sei se existe.”,assume Carmen, em Zona Contaminada.

*Sua textualidade poderia ser classificada em três vertentes: a social, a existencial/intimista e a memorialista.

*Repetições dos nomes dos personagens em diferentes peças.

Exemplo: Baby que esta no “Sarau” e no “Leiteiro”, mas não que isso faça alguma referencia a continuação da personagem.

Roteiro da existência de Caio/intenso/autêntico/atual.

1948 – Caio Fernando Abreu nasce em 12 de setembro de 1948, em Santiago do Boqueirão, no Rio Grande do Sul, quase fronteira com a Argentina, durante o governo Dutra, numa época de industrialização crescente.

1954 – Aos seis anos de idade, começa a inventar e escrever histórias.

1966 – Ainda no colegial, em Porto Alegre, durante os primeiros anos da ditadura militar, publicao conto “O príncipe sapo” na revista Cláudia, e escreve o romance Limite branco, que narra a vida de um jovem dos doze aos dezenove anos, tempo ao longo do qual luta por definir-se em relação à família e a ele mesmo.

1967 – Inicia os cursos de Letras e Arte Dramática na UFRGS, que acaba abandonando. Nesse mesmo ano é promulgada uma nova Constituição, que centraliza o poder e exclui a participação popular das decisões nacionais.

1968 – Caio muda-se para São Paulo e participa como repórter da primeira equipe de Veja. Seu conto “Três tempos mortos” ganha menção honrosa ao concorrer ao prêmio José Lins do Rego. É o ano do movimento estudantil na França, de greves e protestos operários e estudantis e do AI-5, que cassa os direitos políticos dos cidadãos no Brasil.

1969 – A obra. Inventário do ir-remedidvel (contos) recebe o prêmio
Fernando Chinaglia da UBE (União Brasileira de Escritores). É
promulgada a nova Lei de Segurança Nacional e a oposição radicaliza-se
em ações clandestinas. Surge a imprensa alternativa com O Pasquim.

1970 – Ano da publicação de Inventário do ir-remediável. Limite branco e Roda de fogo (antologia de autores gaúchos) pela Editora Movimento. Aumenta a repressão do governo à oposição e surgem as guerrilhas urbanas. Nasce a poesia marginal.

1971 – Caio muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha como pesquisador e redator das revistas Manchete e Pais &Filhos. Retorna a Porto Alegre, onde é preso por porte de drogas.

1972 – Trabalha como redator do jornal Zero Hora e como colaborador do Suplemento Literário de Minas Gerais. O conto “A visita”, posteriormente incluído em O ovo apunhalado, recebe o prêmio do Instituto Estadual do Livro.

1973 – Caio viaja para a Europa. Em Estocolmo, trabalha lavando pratos e, em Londres, como faxineiro e modelo vivo numa escola de belasartes. O ovo apunhalado, onde predominam os temas da memória e da identidade, da repressão aos valores individuais e a crítica à sociedade do consumo supérfluo, recebe menção honrosa do prêmio Nacional de Ficção.

1974 – Volta ao Brasil. Em Porto Alegre, trabalha como autor e ator na peça Sarau das nove às onze, com o grupo Província; é colaborador de diversos órgãos de imprensa e da imprensa alternativa, então em pleno florescimento, como Opinião, Movimento, Ficção, Inéditos, Versus, Paralelo e Escrita.

1975 – O ovo apunhalado, que tem trechos censurados, é indicado pela revista Veja como uma dos melhores livros do ano. Sua peça Uma visita ao fim do mundo, mais tarde denominada Pode ser que seja só o leiteiro lá fora, recebe o prêmio Leitura do SNT.

1976 – Escreve críticas teatrais na Folha da Manhã e participa de duas antologias: Assim escrevem os gaúchos e Teia.

1977 – Caio lança Pedras de Calcutá, livro de contos que focaliza a juventude brasileira, vítima da repressão política desencadeada com o golpe de 1964. Participa da antologia Histórias de um novo tempo. É a época do governo Geisel e a oposição civil, representada pela OAB, Igreja Católica e MDB, rearticula-se.

1978 – Volta a São Paulo, onde trabalha como redator da revista Pop.
Participa da Antologia da literatura rio-grandense contemporânea.

1979 – Trabalha como editor de texto da revista Nova.

1980 – o conto “Sargento Garcia” recebe o prêmio Status de literatura. Têm início a redemocratização e a anistia aos presos políticos, no governo Figueiredo. A censura enfraquece e a inflação agrava-se.

1981 – Caio assume o cargo de editor da Leia Livros. A inflação cresce e o país recorre ao FMI. Começa o movimento “Diretas Já”.

1982 – Caio lança pela Editora Brasiliense um dos maiores sucessos editoriais da década. Morangos mofados, que é uma continuação de Pedras de Calcutá: trata na primeira parte daquela mesma juventude, “os morangos mofados”. E o período da Guerra das Malvinas.

1983 – Volta ao Rio de Janeiro, onde se torna colaborador da revista IstoE.
Publica Triângulo das águas. O cientista francês Luc Montaigner descobre o vírus da aids, até então desconhecido.

1984 – Triângulo das águas, que reúne três novelas sobre o tema da solidão, ganha o prêmio Jabuti. Sua peça Pode ser que seja só o leiteiro é encenada em Porto Alegre, sob direção de Luciano Alabarse. O Congresso rejeita a emenda que restabeleceria eleições diretas para presidente.

1985 – De volta a São Paulo, trabalha como editor da revista A-Z e escreve o roteiro para a série de TV Joana Repórter, estrelada por Regina Duarte. Morangos mofados é adaptado para o teatro e encenado sob a direção de Paulo Yutaka. Tancredo Neves, eleito pelo Colégio Eleitoral, morre antes de assumir a presidência, e em seu lugar é empossado José Sarney. Na União Soviética, Gorbatchov inicia a abertura política e econômica.

1986 – O Estado de S. Paulo lança o Caderno 2 e Caio é convidado a fazer parte da equipe de redatores. A adaptação para o teatro de Morangos mofados é encenada em Porto Alegre por Luciano Alabarse. É o ano do Plano Cruzado e do acidente nuclear em Tchernobil.

1987 – Escreve o roteiro de Romance, longa-metragem de Sérgio Bianchi, e escreve a peça A maldição do vale negro, juntamente com Luiz Arthur Nunes. EUA e URSS assinam acordo de desarmamento nuclear. 1988 Volta a trabalhar para a revista A-Z. Publica Os dragões não conhecem o paraíso, e o livro infanto-juvenil Mel e girassóis. Recebe o prêmio Molière de melhor autor. É promulgada a nova Constituição brasileira.

1989 – Publica o livro infantil As frangas.

1994 – Sua novela Bien loin de Marienbad é publicada em Paris. Depois de divulgar em três crônicas de sua coluna semanal no jornal O Estado de S.Paulo que é portador do vírus da aids, retorna a Porto Alegre, onde ficará até o fim da vida. Começa a circular uma nova moeda, o real, durante o governo Ita-mar Franco.

1995 – Caio é escolhido patrono da Feira do Livro de Porto Alegre, um dos maiores eventos culturais do país. Fernando Henrique Cardoso toma posse como presidente.

1996 – Caio Fernando Abreu morre em Porto Alegre, no dia 25 de fevereiro, aos 48 anos, com livros publicados em diversos países (Alemanha, Bélgica, Itália, França e Inglaterra). Ovelhas negras recebe o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do livro, de melhor livro de contos do ano.

Trabalho. Camila Afonso

Post. André de Jesus